Saltar para o conteúdo

El Cerebro

Poupança e planeamento

Independência financeira

Quanto património é preciso para viver do que produz, e quantos anos separam o ponto de partida desse objetivo.

O que faz

Divide a despesa anual pela percentagem de levantamento que indicar e sai o património objetivo. Com um levantamento de 4 %, ou seja, a regra de multiplicar por 25. A taxa de levantamento e a rentabilidade real são duas premissas que escreve quem usa a calculadora e que pode mudar a qualquer momento: não são uma previsão, não são uma recomendação e não garantem que o património aguente. Depois simula o património ano a ano, com uma rentabilidade real constante e a poupança anual somada no fim de cada ano, até atingir esse objetivo ou até se completarem cem anos.

Conceitos-chave

  • Taxa de levantamento: a percentagem do património que se espera levantar cada ano. Aqui a calculadora toma-a fixa durante toda a projeção, não como uma política de levantamentos que se ajuste ano a ano. Ajustá-la exigiria um modelo muito mais complexo.
  • Património objetivo: despesa anual dividida pela taxa de levantamento. É uma divisão, não uma previsão: com 24.000 € por ano e um levantamento de 4 %, são precisos 600.000 €.
  • Rentabilidade real: a rentabilidade ajustada pela inflação. É o dado que encaixa com uma despesa anual expressa em euros de um ano concreto, porque os preços também mudam.
  • Poupança anual: o que é somado ao património no fecho de cada ano. Pressupõe-se que é o que fica depois de viver, de modo que entra uma vez coberta a despesa do exercício.
  • Regra dos 25: a taxa de 4 % lida ao contrário, multiplicando por 25. Não é uma lei: é a consequência aritmética desse número e de mais nada.

Perguntas frequentes

Como se calcula o património necessário?

Divide-se a despesa anual pela taxa de levantamento expressa em tanto por um. Com 24.000 € de despesa anual e um levantamento de 4 %, o objetivo é de 600.000 €. Com um levantamento de 3 %, a mesma despesa exigiria 800.000 €.

Quantos anos são simulados?

Até cem. Se nesse prazo o património não chegar ao objetivo, a calculadora di-lo com a etiqueta «Não se atinge em 100 anos» em vez de mostrar um número grande que não corresponde a nenhum ano real. Um horizonte mais longo daria outra resposta, mas não é um dado que esta conta possa pressupor.

Porque é que o levantamento tem um mínimo de 0,1 %?

Porque abaixo desse valor o objetivo dispara para valores que nenhum plano alcançaria e a resposta perderia sentido. O limite inferior está declarado na própria entrada, por isso a ficha que a pessoa vê e a validação da conta não podem separar-se.

O que acontece se já se tem o património objetivo?

O resultado é zero anos. A conta distingue entre já ter chegado e ainda não ter chegado, e no primeiro caso não inventa um período de espera que não existe.

A poupança anual entra antes ou depois da rentabilidade?

Depois. O património de um ano é o anterior multiplicado pelo fator de rentabilidade, mais a poupança. É a convenção de um plano real: aporta-se o que fica depois de ter vivido, não antes.

Pode mudar-se o levantamento com os anos?

Não com esta calculadora. A taxa é um dado constante durante toda a projeção, e essa simplificação é o que faz com que a conta possa verificar-se com uma divisão. Um modelo com levantamentos variáveis teria ainda de decidir de onde sai cada euro do levantamento, que é a parte difícil.

Que limites aceitam os campos?

A despesa anual vai de 0 a 1.000.000 €, o levantamento de 0,1 % a 20 %, o património atual de 0 a 50.000.000 €, a poupança anual de 0 a 1.000.000 € e a rentabilidade real de −20 % a 20 %. Um campo vazio não vale zero: a calculadora não pode saber se não foi preenchido ou se foi escrito um 0.

Calculadoras relacionadas

Uma nota para o Cerebro Inversor

O que melhoraria?

Lê-lo uma pessoa da equipa. Diga-nos o que o trouxe até aqui e o que faltou.

O tom da sua visita
Entre 10 e 2000 caracteres.0 / 2000

Só se quiser resposta.