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El Cerebro

Poupança e planeamento

Fundo de emergência

Quanto dinheiro corresponde ter guardado para sustentar uns meses de despesas, e quanto falta para chegar lá.

O que faz

Multiplica a despesa mensal pelo número de meses de cobertura que escolher e obtém o objetivo do fundo. Compara esse objetivo com o que já poupou, diz quanto falta e converte essa lacuna num número de meses até à aportación mensal indicada, arredondado para cima.

Conceitos-chave

  • Objetivo do fundo: despesa mensal multiplicada pelos meses de cobertura. É o número grande da calculadora e a linha de referência do gráfico.
  • Lacuna: a diferença entre o objetivo e o que já poupou, nunca negativa. Ter mais almofada do que a prevista não é um problema que a conta tenha de assinalar com um número negativo.
  • Arredondamento para cima: os meses são um número inteiro porque ou o dinheiro lá está ou não está. Arredondar para cima evita o mês a meio caminho, no qual a conta está a um cêntimo do objetivo.
  • Almofada face a investimento: o objetivo deste cálculo é a disponibilidade, não a rentabilidade. Uma almofada cujo valor pode cair mesmo quando faz falta não cumpre a função para que é calculada.

Perguntas frequentes

Como se calcula o objetivo?

Multiplicando a despesa mensal pelo número de meses de cobertura. Com uma despesa de 1.500 € por mês e seis meses de cobertura, o objetivo é de 9.000 €. É uma multiplicação porque um fundo de emergência não é modelado: são meses de despesas.

O que acontece se já tiver mais dinheiro do que o objetivo?

O detalhe assinala que não falta nada e os meses para completar saem em zero. A calculadora não mostra uma lacuna negativa, porque superar o objetivo não é um defeito do plano.

O que acontece se a aportación mensal for zero?

Se ainda falta dinheiro e não há aportación, a conta não tem nenhum valor a devolver. Em vez de inventar um número enorme ou um zero enganador, os meses para completar mostram-se como infinitos: nunca se chega lá, e essa é exatamente a informação que faltava.

Porque é que os meses são arredondados para cima?

Porque são um número inteiro de meses. Se faltam 1.200 € e se aportan 500 € por mês, a conta dá 2,4 meses, e ao fim de dois meses ainda não há dinheiro. O tecto converte essa fração em 3 meses, o primeiro mês em que a conta está completa.

Quantos meses de cobertura são os certos?

Depende dos rendimentos fixos do agregado familiar, do tempo que demoraria a mudar de emprego e do custo de recomeçar. A calculadora não tem esse dado: por isso o número de meses é uma entrada e não um valor fixo escrito pelo sistema.

O que são os meses de cobertura?

Meses de cobertura: a unidade em que se mede uma almofada de segurança. Exprimir o objetivo em meses de despesa torna-o transportável: muda com a despesa, não com o ano.

A aportación é investida enquanto se acumula?

Não. Esta conta apenas soma aportações sobre o que está poupado, sem aplicar qualquer rentabilidade. O objetivo é ter o dinheiro disponível; pô-lo num produto de mercado transformaria a almofada numa aposta sobre o momento em que faz falta.

Que limites aceitam os campos?

A despesa mensal vai de 0 a 100.000 €, os meses de cobertura de 1 a 60, o que já está poupado de 0 a 10.000.000 € e a aportación mensal de 0 a 100.000 €. Um campo vazio não vale zero: a calculadora distingue entre não preencher e escrever um 0.

Até onde vai o gráfico?

A linha da poupança desenha-se mês a mês até completar o objetivo, com um tecto de 360 meses. Um horizonte infinito não se desenha: com uma aportación mínima e um objetivo alto, a série seria um ficheiro em vez de um gráfico.

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